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Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 5.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
E FOI AO ABRIR A PORTA.
Cena 1. Quarto do Lucas | Noite.
Os olhos de Bruno tentavam se fechar, mas os barulhos dos trovões que surgiram a forte chuva que começou inesperadamente, estavam destruindo sua vontade de dormir. De repente, Bruno escuta uma voz suave.
Lucas: (Com voz de sono) Bruno, você já dormiu?
Bruno: Ainda não, Lucas, mas já está na hora de dormir.
Lucas se joga no colchão de Bruno que estava no chão.
Lucas: Posso me deitar aqui?
Estava tudo escuro, mas Bruno ainda conseguia ver o rosto embaçado de Lucas no momento em que caia um trovão e a luz refletia pela janela dando leves clarões no quarto.
Bruno: (Confuso) Por que?
Lucas: (Com uma voz suave) Porque está caindo água do teto e está me molhando.
Bruno: Por que não me avisou antes?
Lucas: Fique com medo de você já estar dormindo e eu não queria te aborrecer.
Bruno sentiu algo naquele momento, uma preocupação começou a tomar seu corpo. Um sentimo de compaixão encheu seu coração.
Bruno: (Dando um sorriso) Você não precisa sentir medo de mim o tempo todo.
Lucas murmurou, era como se ele nem tivesse prestado atenção nas palavras de Bruno e por um impulso, ele se virou e levou seus braço esquerdo em direção ao ombro de Bruno e sua perna foi de encontro a coxa de Bruno se posicionando confortávelmente.
Bruno: (Furioso) Ei... pirralho... tire suas pernas de cima de mim.
Lucas: (Delirando de sono) Boa noite, mamãe.
Bruno: Só essa que me faltava.
Cena 2. Quarto do Lucas | Casa de Lucas | Dia.
Já se passavam das dez horas da manhã, o dia ainda estava nublado e parecia que outro forte temporal iria cair em qualquer momento. A mãe de Lucas levantou e resolveu ver se os garotos já haviam acordado ou se estavam bem... e foi ao abrir a porta...
Sra. Almira: (Sussurando) Tá legal, me desculpem por atrapalhar...
Nenhum dos garotos abriram os olhos ou se moveram. Almira ficou em pé durante alguns segundos observando aquela imagem. Lucas puxou a ela na altura, ele não era um garoto muito baixo e nem muito alto. Porém, se comparasse com Bruno, seu filho claramente era o baixinho. O braço de Lucas abraçava delicadamente o peitoral de Bruno e as pernas deles se entrelaçavam.
"Ok, eu sempre vivo falando para esse menino que ele é diferente dos outros garotos. Ele não gosta de garotas, mas ele sempre nega. Porém, eu o entendo! Ele possuí grande medo de sofrer, toda vez que ele liga TV e vê que um garoto gay foi assassinado ou espancado, ele entra no seu quarto as pressas e vai rezar para pedir para Deus algo. Eu não sabia o que realmente ele pedia, mas com certeza ele implorava para Deus mudar seu coração e não deixa-lo continuar daquele jeito [sendo gay]." - Pensou Almira.
Almira fechou a porta lentamente e foi para a cozinha.
Cena 3. Quarto do Lucas | Casa de Lucas | Dia.
Não demorou muito para um deles acordar.
De repente, Bruno sentiu algumas unhas ficando em sua pele, como se um animal o arranhasse e em seguida sentiu algo batendo fortemente em seu peitoral. Ele abriu os olhos naquele exato momento.
Bruno: (Confuso) Hey! Acorda, Lucas! (Gritou ele enquanto sacudia o garoto que estava ao seu lado).
Lucas abriu seus olhos rapidamente. Seus olhos se arregalaram e o garoto começou a respirar rapidamente e aliviadamente. Bruno conseguia ver as gotas de suor descendo da testa de Lucas.
Bruno: Teve um pesadelo?
Lucas sacudiu a cabeça respondendo que sim e virou para o lado envergonhado. Bruno tocou de leve seu ombro.
Bruno: Tá tudo bem? Quer conversar? Ou ... sei lá... algo do tipo.
Lucas: Eu quero que você vá embora daqui!
Bruno: (Confuso) Como é? Por que? ... Pirralho, mesmo!
Lucas: (Em voz baixa) Talvez eu realmente seja um pirralho, você está certo! Agora pode ir.
Bruno se levantou enfurecidamente e abriu a porta do quarto. Ele se deparou com a Sra. Almira parada em frente a porta e com o rosto virado para a porta, como se seu ouvido estivesse encontado na porta tentando escutar algo.
Bruno: (Gritou de susto) Ai Jesus!
Sra. Almira: Olá, garotos! (Disse ela vermelha de vergonha).
Continua...
No próximo capítulo...
Bruno segura fortemente o braço de Lucas o impedindo de continuar andando.
Bruno: (Com voz autoritária) Vem comigo! Vamos assistir um filme.
Lucas: Eu não quero assistir um filme, muito menos com você! Você pode me soltar? Está me machucando.
Bruno puxa o braço de Lucas fazendo com que o corpo dele visse de encontro ao seu. Os dois ficaram cara a cara naquele momento. Os olhos arregalados de Lucas encaravam os de Bruno naquele momento.
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recado: A premiere dos capítulos novos serão feitas no blog https://leionovels.blogspot.com.br/ e logo depois serão disponibilizados aqui no wattpad. Se você não puder esperar muito para ler, recomendo que acesse o blog e leia muito antes do capítulo ser lançado aqui. <3
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 4.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
POR QUE NÃO DORME AQUI?
[LEGENDA: * (Tradução do trecho no final da página]
CENA 1. FESTA NA CASA DO MARCEL | NOITE.
Alice estava sentada no sofá quando Bruno se aproximou.
Bruno: Onde o Lucas está?
Alice: Por que?
Bruno: Só me diz onde ele está!
Alice: (Diz com a voz de bêbada) Ele está ocupado agora, Bruno. Ele está lá fora conversando com uma pessoa.
Bruno: Já se passar da meia noite, você sabe disso, não sabe Alice?
Alice: (Surpresa) O QUE? Eu pensei que ainda fosse umas dez horas.
Alice se levanta do sofá, mas não durou muito em pé. Alice estava realmente bêbada e acabou caindo de volta no sofá.
Bruno: Você vai ir para sua casa agora? (Cutuca o ombro de Alice) Você quer que eu ligue para alguém te levar para casa?
Alice: (Diz com a voz de bêbada) Não! Meu namorado vai vir me buscar. Eu tenho um namorado, sabia?
Bruno: É, estou sabendo... agora.
CENA 2. JARDIM DA CASA DE MARCEL | NOITE.
Lucas e o outro menino estavam sentados na grama, aparentemente bêbados.
Lucas: (Sorrindo) Eu realmente não acredito que você derramou bebida nas suas calças. (Rindo) Parece que você mijou nas calças.
Gustavo: Isso, isso... vai rindo! Eu vou jogar esse copo cheio de vodka em você.
Lucas: Você não seria tão louco!
Gustavo: É, tem razão. Eu não teria coragem, mas eu teria coragem de fazer outra coisa (aproxima seu rosto do de Lucas).
Lucas: (Sussurrando) O que?
Antes que Gustavo pudesse responder ou terminar sua ação, ele foi interrompido por alguém que se aproximou:
Voz: Vem! (Puxa Lucas pelo braço) Está na hora de ir para casa.
Lucas levou seu rosto em direção a pessoa que te puxou.
Lucas: Bruno? (Vira o rosto para Gustavo) Esse cara aqui fica lindo sem camisa, (rindo) sabia?
Gustavo: (Soltando uma gargalhada) Eu não sabia!
Bruno: Você está bêbado também, Lucas?
Lucas: Eu estou bem (aperta o nariz de Bruno).
Bruno: Considerando que você me elogiou e que agora apertou meu nariz, eu vou considerar que sim. Você está muito bêbado! Vamos, eu te levo para casa, está muito tarde e você mora longe.
Gustavo: Tudo bem, Lucas. Nos vemos amanhã na escola, mas foi legal te conhecer.
Lucas: (Faz uma carinnha de triste) Eu não quero ir para casa.
Gustavo: É... mas já é tarde!
Lucas: Tudo bem... Estou indo! Até amanhã!
Gustavo: Tchau! (Acena)
Bruno pegou um dos braços de Lucas e colocou em volta de seu pescoço para que ele pudesse se apoiar e começaram a andar até o portão.
CENA 3. RUA | CASA DE LUCAS | NOITE.
Bruno estava caminhando com o Lucas até a casa dele. Bruno estava achando aquela situação engraçada, além de ter que 'carregar' o Lucas até em casa, ele tinha que aguentar a cantoria de Lucas.
Lucas: (Cantando desafinado) Baby, I just ran out of band-aids, I don't even know where to start. 'Cause you can bandage the damage, you UU-UU never really can fix a heart uuu-uuu-uh. *
Bruno: (Sorrindo) Está de madrugada, Lucas. Você não quer deixar para cantar na sua casa?
Lucas: Não... não... Eu quero cantar, agora!
Bruno: Estamos quase chegando. Sua mãe deve estar preocupada.
Lucas: Eu avisei ela que eu iria em uma festa!
Bruno: A festa acabou as onze e meia da noite, eu fui ajudar o Marcel a desmontar a mesa na sala e encontrei a Alice lá, sentada no sofá e olhando para o nada, depois sai lá fora e encontrei você e aquele menino sentados no jardim.
Lucas: (Rindo) Ficou com ciúmes do Gustavo? Não fique com ciúmes.
Bruno: Eu não estou com ciúmes, eu só estou comentando que vocês dois estavam tão bêbados que nem perceberam que a festa acabou.
Lucas: Não se preocupe Bruno, o Gustavo é bonito, mas eu te acho muito mais bonito.
Bruno: (Rindo) É, você está realmente bêbado. (Aponta com o dedo) Chegamos!
Lucas: (Bate no portão) OHH MÃÃE!
Não demorou para a mãe de Lucas abrir o portão.
Sra. Almira: Você viu as horas que são, Lucas? Onde o senhor estava?
Lucas: No jardim, mãe!
Bruno: (Rindo) Não é por nada, senhora, mas acho que agora não é uma boa hora para fazer perguntar para ele. Digamos que ele está um pouquinho bêbado!
Sra. Almira: Lucas? Você bebeu? Você sabe que você não pode beber!
Lucas: (Resmungando) Eu bebi só um pouquinho mãe, nossa!
Bruno: (Rindo) Bom, eu já vou indo está muito tarde. Só vim trazer o Lucas até em casa.
Sra. Almira: Muito obrigada por fazer esse favor! Você mora longe?
Bruno: Na verdade, sim! Eu moro lá perto da escola.
Sra. Almira: É muito longe! Você vai ir a pé?
Bruno: Vou, eu já estou acostumado com essa distância.
Sra. Almira: Por que não dorme aqui? É muito tarde para você ficar andando sozinho por essas ruas, ainda mais ir para um lugar tão longe.
Bruno: Daqui a pouco já é hora de ir para a escola e eu nem trouxe uniforme. Acho melhor eu ir para casa!
Lucas: (Entusiasmado) Eu tenho uniforme sobrando, eu te empresto!
Bruno: Ah... não sei...
Sra Almira: Vamos, entrem logo! Está muito frio.
Bruno: Tudo bem, então!
---X---
* E os meus band-aids acabaram de acabar, Eu não sei nem por onde começar. Pois não se pode fazer curativo nesse ferimento, nunca se pode consertar um coração, na verdade.
---x---
No próximo capítulo...
Lucas: (Com voz de sono) Bruno, você já dormiu?
Bruno: Ainda não, Lucas, mas já está na hora de dormir.
Lucas se joga no colhão do Bruno que estava no chão.
Lucas: Posso me deitar aqui?
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 3.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
MENINO ATRAENTE
CENA 1. PRAÇA | DIA.
Lucas: Olha só as horas! Já são 15:45, você já conseguiu entender tudo? Eu realmente estou exausto!
Bruno: Entender? Bom, não posso dizer que 'NOSSA QUE MARAVILHA DE ENTENDIMENTO', mas digamos que deu para capitar alguma coisa.
Lucas: Isso já é alguma coisa! (Se levanta) Então eu já vou indo.
Bruno: Você quer ficar com o trabalho ou quer que fique comigo mesmo?
Lucas: Pode ficar com você mesmo, mas por favor, não esqueça de levar esse trabalho para a escola amanhã.
Bruno: Pode deixar, eu não irei.
CENA 2. CASA DA ALICE | QUARTO DA ALICE | DIA.
Alice: Cara! Eu realmente não consigo entender. (Disse enquanto se levantava da cama) Sua mãe é tão legal, sabe? Ele te apoia em qualquer coisa que você faça na sua vida, já a minha mãe, é um milagre ela não estar gritando meu nome nesse exato momento só para me dar uma dura.
Lucas: (Rolando na cama) Esse papo de novo? Minha mãe nem é tão legal assim!
Alice: Quer trocar? Eu fico com a sua mãe maravilhosa e você fica com a demônia da minha mãe.
Lucas: (Joga o travesseiro em Alice) Não fala assim dá tia Vera, ela é tão legal.
Alice: Legal? (Senta-se na cama) Ela é legal só com você, né? Porque desde que eu existo eu não vi ela ser legal comigo.
Lucas: (Senta-se ao lado de Alice) Vamos mudar de assunto!
Alice: Vamos falar... hm... deixe me ver! Ah... Vamos falar do gato do Bruno, como foi passar esses últimos dois dias com ele?
Lucas: Uma merda! Piores dois dias da minha vida.
Alice: Ele é tão chato assim?
Lucas: Ele é um idiota completo!
Alice: Ele pode até ser um idiota, mas fica lindo só de calção de futebol e sem camisa. Ah! Aquele tanquinho! Eu me perderia naquele corpo!
Lucas: Nem me fale!
Alice: Como é que é, Lucas?
Lucas: (Sem graça) Hã? Como é que é?
Alice: Quando é que você viu ele sem camisa? Você nunca foi em nenhum treino de futebol dele, ou foi?
Lucas: Na casa dele, foi tipo... bem rápido, mas ele realmente é malhadinho, não é?
Alice: (Dando um tapinha no ombro de Lucas) Seu safadinho! Então, agora você já colocou na sua cabeça que você gosta de meninos?
Lucas: Não! Eu... só acho que é cedo para se saber ao certo se eu gosto de meninas ou meninas.
Alice: Lucas, você vai fazer 18 anos daqui 6 meses, talvez quando você descobrir vai ser tarde demais.
Lucas: Por que todo mundo fica me pressionando?
Alice: Lucas, eu sei que você é gay, você admira um homem como o meu namorado admira os meus peitos.
Lucas: Ser gay é errado, Alice!
Alice: Quem disse isso?
Lucas: O meu pai uma vez me disse quando um menino é gay, os pais expulsam eles de casa por eles serem assim. Ele disse que Deus não gosta de pessoas assim e que o lugar dessas pessoas é no inferno.
Alice: Meu Deus! Agora eu entendo o motivo da sua mãe ter largado o seu pai. Seu pai é um idiota, Lucas. As coisas não funcionam assim, Deus ama a todos sem fazer distinção. E se existe tanto preconceito e você tem medo de assumir quem você é de verdade, é porque existem pessoas como o seu pai. Eu estou aqui do seu lado e sua mãe está do seu lado, você precisa parar de se julgar desse jeito, você é uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci na minha vida.
Lucas: Eu não quero mais falar disso.
Alice: Lucas, eu só quero que você saiba que eu não mudaria nada em você. Eu te amo meu amigo, do jeitinho que você é.
Lucas: Eu também te amo.
Alice: (Se levanta) Agora vai para a sua casa, se arruma que temos uma festa para ir.
CENA 3. FESTA NA CASA DO MARCEL | NOITE.
Léo: Vocês querem beber alguma coisa?
Vitor: Qualquer coisa que tenha álcool.
Bruno: Para mim o mesmo, qualquer coisa que me faça encher a cara essa noite.
Léo: Vai com calma, Bruno! Amanhã tem aula, você se lembra?
Bruno: Eu já fui de ressaca para a escola muitas vezes, está tudo de boa... eu aguento!
Vitor: (Se levanta do sofá) Vem, Léo! Eu te ajudo a pegar as bebidas!
Quando chegaram perto da mesa onde estavam as bebidas eles encontraram Alice e Lucas.
Léo: Olha que belezinha o novo casalzinho juntinhos aqui na festa.
Vitor: (Sorrindo) Olha que romântico!
Lucas: (Nervoso) E se a gente fosse um casal? Qual seria o problema?
Alice: Não esquenta a cabeça com eles, Lucas. Eles são uns idiotas!
Em seguida se aproxima um menino e para em frente a Lucas.
Menino: Você está afim de dançar?
Lucas ficou paralisado durante alguns segundos olhando para o garoto em sua frente, mas não era atoa. O garoto era alto, tinha cabelos pretos e um belo par de olhos azuis, mas o que mais o deixava atraente eram as manchas vermelhas que ele tinha em suas bochechas.
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 2.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
Dia de Surpresas
CENA 1. CASA DO LUCAS | QUARTO DO LUCAS | NOITE.
Assim que Lucas chegou em sua casa ele se depara com sua mãe te esperando sentada no sofá com uma cara nada agradável.
Sra. Almira: Suspensão, Lucas! Suspensão... Eu dou duro o dia todo, eu trabalho o dia todo para pagar aquele colégio, Lucas... mas aí você me retribui sendo suspenso, Lucas? Você pode me explicar como isso aconteceu?
Lucas: Mãe... eu (pausa)... Não foi minha culpa mãe.
Sra. Almira: Eu não perguntei de quem era a culpa meu filho, eu perguntei o que aconteceu, você pode me responder? Ou será que eu vou ter que ir até a sua escola amanhã e ter uma conversinha com seus professores?
Lucas: (Em voz baixa) Eu arrumei uma briga.
Sra. Almira: Hã? Pode falar um pouco mais alto, eu acho que não escutei.
Lucas: (aumentando o tom de voz) Eu arrumei uma briga, mãe. Eu briguei com um menino da minha sala.
Sra. Almira: E por que você fez isso meu filho?
Lucas: Porque ele me chamou de viadinho, mãe!
Sra. Almira: (Se aproxima de seu filho) Oh, meu bebê! (Coloca uma de suas mãos no rosto de Lucas) Filho, você não pode sair arrumando confusão por aí com todo mundo que te chamar de viadinho... e por algum acaso isso é motivo para sair arrumando briga com as pessoas?
Lucas: Me desculpa, mãe.
Sra. Almira: Um dia todos vão descobrir sua orientação sexual, meu filho. Só não consigo entender o motivo pelo qual você se esconde desse jeito, isso só vai te machucar cada vez mais filho. Por que tanto medo?
Lucas: (Derramando lágrima dos olhos) Porque eu ainda posso mudar isso mãe, eu posso mudar o que eu sinto e eu vou mudar meus sentimos... Isso é errado mãe...
Sra. Almira: (Interrompendo Lucas) Errado? Filho, errado é matar e roubar. Desde quando ser feliz se tornou algo errado? Eu só quero que você seja feliz, eu quero que você pare de se preocupar com o que as pessoas vão pensar de você.
Lucas: Ok, mãe. Eu não quero falar sobre isso agora, mais tarde eu falo com você. (Disse enquanto ia em direção ao seu quarto)
Sra. Almira: Tudo bem, como quiser.
Lucas entrou em seu quarto e se jogou em sua cama. Ele pegou seu celular em seguida desenrolou seu fone que estava em seu bolso e em seguida começou a escutar uma música, mas não demorou muito para seus pensamentos viajarem de volta ao instante que Bruno entrou sem camisa no quarto.
Lucas: (Dando um leve tapa em seu próprio rosto) Meu Deus, Lucas.... Esqueça isso!
CENA 2. CASA DE LUCAS | QUARTO DE LUCAS | MANHÃ SEGUINTE.
Lucas estava dormindo, até que seu celular começou a tocar.
Lucas: (Abri os olhos lentamente) Droga! Quem será umas horas dessas? (Com uma voz sonolenta) Alô?
Voz: Alô, ei eu te acordei? Que voz estranha, ein?
Lucas: Ah... não! O que você quer, Bruno? Já está com saudades?
Bruno: (Gaguejando) Eu? Hã? Desde quando eu sinto saudades de homem? Eu só queria saber se você poderia me ajudar com o trabalho, eu não entendi nada dessa matéria.
Lucas: (Surpreso) Você vai realmente fazer? Eu jurava que esse trabalho viraria mais um enfeite nessa sua escrivaninha.
Bruno: É, mas eu resolvi fazer, qual é o problema?
Lucas: Nenhum! Quer que eu vá aí na sua casa de novo?
Bruno: Não, você está louco? Se minha mãe me ver fazendo trabalho da escola dois dias seguidos ela me manda para a internação, ela vai achar que eu estou ficando louco.
Lucas: Onde eu te encontro, então?
Bruno: Na pracinha... sabe aquela perto da sua casa?
Lucas: Pode ser, sei sim. Que horas você chega?
Bruno: Ah... já estou aqui.
Lucas: (Surpreso) O que? Você tirou o dia para me surpreender, não é mesmo?
Bruno: Para de tirar sarro de mim e vem cá logo, mariquinha!
Lucas: (Rindo) Ok, me espera, já estou chegando!
CENA 3. PRAÇA | MANHÃ.
Lucas se aproximou da mesa da praça em que Bruno estava e se sentou.
Lucas: E aí? Por que precisava de mim tão cedo?
Bruno: É esse negócio de genética que eu não consigo entender, o azinho que cruza com o azão, heterozigoto e homozigoto, (coçando a cabeça) dói a cabeça só de tentar entender.
Lucas: (Rindo) Você não era o menino inteligente que não precisava estudar?
Bruno: Eu não preciso estudar para as outras matérias, mais biologia eu preciso. Não sou bom em biologia, é que nem uma pessoa que é boa em português e é ruim em matemática. Comigo é assim, eu sou bom em tudo, menos em biologia.
Lucas: (Sorrindo) Vou fingir que acredito. (Olhando o saquinho com algumas maças que estavam na mesa) Trouxe o lanche? Que belezinha já preparou até o lanchinho.
Bruno: (Rosto sério) Até as maças você vai zoar agora? Eu comprei isso para você, idiota! Não sei até que horas vamos ficar aqui, então comprei para você. Eu sei que você é todo fraquinho, aí comprei para você não ficar com fome.
Lucas: (Sem graça) Ah, entendi. Foi mal e... Valeu!
Bruno: Então? Vamos começar?
Lucas: O que?
Bruno: Meu Deus, Lucas, eu tendo de verdade não tirar sarro de você, mas você vive me dando motivos. O que eu pedi para você fazer aqui? Me ajudar com o trabalho... Então o que devemos começar a fazer?
Lucas: Me desculpa, eu acho que me distraí.
Bruno: Você vive se distraindo!
CENA 4. COLÉGIO | SALA DE AULA.
Vitor estava dormindo tranquilamente durante a aula de matemática até que seu amigo Léo se aproxima e dá um tapa em suas costas.
Vitor: (Acorda assustado) Ei? Por que fez isso?
(Turma inteira ri)
Léo: (Rindo) A professora vai entregar as notas da prova, bobão. O que foi? Não dormiu bem a noite?
Vitor: Não, é que sem o Bruno aqui as aulas ficam sem graça.
Léo: É, isso é verdade. O que será que ele deve fazendo agora?
Vitor: O que você acha que ele está fazendo agora? O de sempre, deitado na cama dele enquanto joga videogame.
Léo: Ah, mas vai que ele está estudando?
Vitor: (Dando uma gargalhada) Quem? O Bruno? Estudando? Que comédia você.
(Sinal toca)
Professora: Eu entrego as provas de vocês amanhã, podem ir embora alunos.
---x---
NO PRÓXIMO CAPÍTULO:
Léo: Olha que belezinha o novo casalzinho juntinhos aqui na festa.
Vitor: (Sorrindo) Olha que romântico!
Lucas: (Nervoso) E se a gente fosse um casal? Qual seria o problema?
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 1.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
PILOTO
☛ Essa história é escrita no formato de roteiro. Resolvi fazer assim para sair um pouco do padrão, então decidi tentar fazer dessa história um 'série virtual'. Então, se você gostou da ideia ou não, por favor, deixe seu comentário! Pois assim, posso analisar se continuo ou paro com o projeto.
---x---
CENA 1: COLÉGIO | SALA DO DIRETOR | MANHÃ.
Diretor: O ano letivo começou exatamente há 60 dias atrás e essa é a quinta vez que eu recebo vocês dois na minha sala. Eu não sei qual é o problema que vocês têm um com o outro, eu não o que acontece entre vocês dois, então se alguém puder me explicar eu ficaria muito agradecido.
Naquele momento Lucas e Bruno se encararam com uma cara nada agradável, os dois mantiveram o silêncio.
Diretor: Bom, já que nenhum dos dois querem abrir a boca, eu não vou ter outra escolha... Os dois estão suspensos por dois dias. Esperem aqui que eu vou ligar para seus pais! (Disse ele enquanto saia da sala).
Lucas: Viu o que você fez? Agora estamos suspensos!
Bruno: Se você não tivesse me provocado nada disso teria acontecido, bichinha!
Lucas: Aí! Você sempre começa, é sério cara, qual é o seu problema comigo?
Diretor: Hoje não é o dia de sorte de vocês meninos, felizmente a professora de vocês me procurou e disse que vocês têm um trabalho para entregar na quarta-feira, então já que estarão suspensos hoje e amanhã, adivinhem só? O trabalho é em dupla. Vocês dois irão aproveitar os dois dias de folga e fazer esse trabalho juntos.
Lucas: Sem chances.
Bruno: (Dando uma gargalhada) Você está brincando, não é?
Diretor: Eu estou com cara de quem está brincando, Bruno? Vocês dois decidam onde irão fazer esse trabalho e me comuniquem o mais rápido possível para eu avisar os pais onde estarão.
Bruno: Lá em casa é melhor e sem falar que é aqui do lado da escola, o Lucas mora lá do outro lado... Não estou com coragem de ir andando até lá.
Lucas: (Murmurando) Tá, para mim tanto faz.
Diretor: (Entregando papeis) Aqui está o trabalho de vocês!
CENA 2. CASA DO BRUNO | QUARTO DO BRUNO.
Lucas pareceu muito surpreso assim que entrou na casa de Bruno, mas não era atoa. Era uma casa enorme e muito bonita. Assim que eles entraram, a mãe de Bruno surgiu descendo a escada.
Mãe de Bruno: Novidade, não é mocinho?
Bruno: Pois é, o que eu posso fazer se eles implicam comigo, mãe?
Mãe de Bruno: Ah sim! Até porque o senhor é anjinho, não é sr. Bruno? E quem é esse com você? Amigo novo?
Bruno: Quem? Ele? (Apontando para o Lucas) Mãe? Você acha mesmo que eu seria amigo desse idiota?
Mãe de Bruno: FILHO! Foi essa educação que eu te dei?
Lucas: Está tudo bem senhora, eu já estou acostumado com essas brincadeiras do Bruno.
Bruno: Se está tão acostumado, por que ficou todo nervosinho hoje durante a aula?
Lucas: Porque você me chamando de... (pausa) melhor deixar pra lá!
Mãe de Bruno: Bom, é melhor vocês dois subirem e começar a fazer o trabalho de vocês. Como eu não estava esperando que você chegasse tão cedo, Bruno, eu ainda não preparei o almoço, então vocês dois podem subir e quando tiver pronto e vou chamar vocês.
Bruno: Me segue idiota!
Lucas: Cala a b... (pausa). Só vai!
Os dois subiram as escadas e foram caminhando até a porta no final do corredor. Assim que Bruno abriu a porta, a imagem daquele quarto dos sonhos começou a surgir perante os olhos de Lucas.
Bruno: Vai ficar aí de boca aberta só olhando ou vai entrar?
Lucas: Como é que é?
Bruno: (Puxando o braço de Lucas) Só entra garoto!
Bruno entrou no quarto e colocou sua mochila no chão e em seguida se jogou na cama. Lucas ficou parado olhando o quarto.
Bruno: Se você quiser fazer o trabalho, pode usar minha escrivaninha!
Lucas: Você não vai me ajudar?
Bruno: Lucas? Você me conhece há 3 anos, quando é que eu fiz algum trabalho na minha vida?
Lucas: Nunca! O que eu realmente não entendo já que você sempre tira as maiores notas da sala, você nem estuda... Deve colar isso sim!
Bruno: Eu não preciso colar, eu nasci inteligente.
Lucas: (Dando uma risadinha) Ah tá! Entendi.
Bruno: Vai rindo idiota! Me espera aqui, eu vou ali no banheiro trocar de roupa e vou aí te ajudar a fazer esse trabalho, quanto mais rápido a gente terminar isso, mais rápido posso me livrar de ver essa sua cara (Saí do quarto).
Lucas: (Sussurrando) Você é sempre um idiota?
Lucas se sentou e colocou seus cadernos e suas canetas em cima da escrevinha e enquanto isso ficou Bruno voltar. Alguns minutos depois, Bruno abriu a porta e o que Lucas não estava esperando ver Bruno vestindo apenas um calção de futebol.
Bruno: (Resmungando) Esqueci de pegar a camiseta! Já começou a fazer o trabalho?
Enquanto isso Lucas ficou parado olhando fixado para aquele corpo sarado em sua frente.
Bruno: Você tem problema? Você fica assim parado olhando para as coisas... Está me encarando desse jeito por que?
Lucas: (Sem graça) O Que?
Bruno: Estava me encarando desse jeito por que?
Lucas: (Disfarçando) Sua tatuagem. Não sabia que você tinha uma.
Bruno: Ah... Não é de verdade, é uma tatuagem de hena. Eu fiz esses dias, daqui algum tempo some, infelizmente!
Lucas: Entendi? Vamos fazer o trabalho?
(📳 Celular de Bruno vibra).
Bruno: Droga! Eu tenho treino de futebol hoje... Se importa de deixar para fazer o trabalho depois? Eu saio do treino umas 15:10, umas 15:30 eu chego aqui. Pode ser?
Lucas: É meio dia ainda, o que eu vou ficar fazendo aqui até você voltar?
Bruno: Vou avisar minha mãe que você vai ficar aqui me esperando, enquanto isso... sei lá, fique a vontade! Ali tem uma tv, tenho um videogame, netflix.... Faz qualquer coisa (Sai do quarto).
Lucas: Ei espera aí... Droga! Agora vou ter que ficar aqui esperando esse idiota!
CENA 3. CASA DE BRUNO | QUARTO DE BRUNO | NOITE.
Bruno chegou em sua casa e olhou para o relógio, já se passavam das 18horas, foi aí que se lembrou que tinha o trabalho para fazer com o Lucas. Não demorou muito para ele subir as escadas correndo. Ele abriu a porta desesperado e encontrou Lucas dormindo em cima dos livros.
Bruno: Eita! Lucas? Você está dormindo mesmo?
Lucas: (Acorda assustado) Hã? Mãe?
Bruno: Mãe? Eu hein... Acorda moleque! Vamos fazer o trabalho.
Lucas: Que horas são?
Bruno: 18 horas e 35 minutos.
Lucas: Eu terminei a minha parte do trabalho há duas horas atrás. (Entrega papel). Aqui está! Agora só você terminar o que falta, qualquer coisa você me manda uma mensagem que eu te ajudo com o que precisar. Agora eu só quero ir para minha casa... Você me disse que estaria aqui 15:30 e olha as horas que já são... Vou nessa! (Disse enquanto pegava sua mochila).
Continua...
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