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Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 5.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
E FOI AO ABRIR A PORTA.
Cena 1. Quarto do Lucas | Noite.
Os olhos de Bruno tentavam se fechar, mas os barulhos dos trovões que surgiram a forte chuva que começou inesperadamente, estavam destruindo sua vontade de dormir. De repente, Bruno escuta uma voz suave.
Lucas: (Com voz de sono) Bruno, você já dormiu?
Bruno: Ainda não, Lucas, mas já está na hora de dormir.
Lucas se joga no colchão de Bruno que estava no chão.
Lucas: Posso me deitar aqui?
Estava tudo escuro, mas Bruno ainda conseguia ver o rosto embaçado de Lucas no momento em que caia um trovão e a luz refletia pela janela dando leves clarões no quarto.
Bruno: (Confuso) Por que?
Lucas: (Com uma voz suave) Porque está caindo água do teto e está me molhando.
Bruno: Por que não me avisou antes?
Lucas: Fique com medo de você já estar dormindo e eu não queria te aborrecer.
Bruno sentiu algo naquele momento, uma preocupação começou a tomar seu corpo. Um sentimo de compaixão encheu seu coração.
Bruno: (Dando um sorriso) Você não precisa sentir medo de mim o tempo todo.
Lucas murmurou, era como se ele nem tivesse prestado atenção nas palavras de Bruno e por um impulso, ele se virou e levou seus braço esquerdo em direção ao ombro de Bruno e sua perna foi de encontro a coxa de Bruno se posicionando confortávelmente.
Bruno: (Furioso) Ei... pirralho... tire suas pernas de cima de mim.
Lucas: (Delirando de sono) Boa noite, mamãe.
Bruno: Só essa que me faltava.
Cena 2. Quarto do Lucas | Casa de Lucas | Dia.
Já se passavam das dez horas da manhã, o dia ainda estava nublado e parecia que outro forte temporal iria cair em qualquer momento. A mãe de Lucas levantou e resolveu ver se os garotos já haviam acordado ou se estavam bem... e foi ao abrir a porta...
Sra. Almira: (Sussurando) Tá legal, me desculpem por atrapalhar...
Nenhum dos garotos abriram os olhos ou se moveram. Almira ficou em pé durante alguns segundos observando aquela imagem. Lucas puxou a ela na altura, ele não era um garoto muito baixo e nem muito alto. Porém, se comparasse com Bruno, seu filho claramente era o baixinho. O braço de Lucas abraçava delicadamente o peitoral de Bruno e as pernas deles se entrelaçavam.
"Ok, eu sempre vivo falando para esse menino que ele é diferente dos outros garotos. Ele não gosta de garotas, mas ele sempre nega. Porém, eu o entendo! Ele possuí grande medo de sofrer, toda vez que ele liga TV e vê que um garoto gay foi assassinado ou espancado, ele entra no seu quarto as pressas e vai rezar para pedir para Deus algo. Eu não sabia o que realmente ele pedia, mas com certeza ele implorava para Deus mudar seu coração e não deixa-lo continuar daquele jeito [sendo gay]." - Pensou Almira.
Almira fechou a porta lentamente e foi para a cozinha.
Cena 3. Quarto do Lucas | Casa de Lucas | Dia.
Não demorou muito para um deles acordar.
De repente, Bruno sentiu algumas unhas ficando em sua pele, como se um animal o arranhasse e em seguida sentiu algo batendo fortemente em seu peitoral. Ele abriu os olhos naquele exato momento.
Bruno: (Confuso) Hey! Acorda, Lucas! (Gritou ele enquanto sacudia o garoto que estava ao seu lado).
Lucas abriu seus olhos rapidamente. Seus olhos se arregalaram e o garoto começou a respirar rapidamente e aliviadamente. Bruno conseguia ver as gotas de suor descendo da testa de Lucas.
Bruno: Teve um pesadelo?
Lucas sacudiu a cabeça respondendo que sim e virou para o lado envergonhado. Bruno tocou de leve seu ombro.
Bruno: Tá tudo bem? Quer conversar? Ou ... sei lá... algo do tipo.
Lucas: Eu quero que você vá embora daqui!
Bruno: (Confuso) Como é? Por que? ... Pirralho, mesmo!
Lucas: (Em voz baixa) Talvez eu realmente seja um pirralho, você está certo! Agora pode ir.
Bruno se levantou enfurecidamente e abriu a porta do quarto. Ele se deparou com a Sra. Almira parada em frente a porta e com o rosto virado para a porta, como se seu ouvido estivesse encontado na porta tentando escutar algo.
Bruno: (Gritou de susto) Ai Jesus!
Sra. Almira: Olá, garotos! (Disse ela vermelha de vergonha).
Continua...
No próximo capítulo...
Bruno segura fortemente o braço de Lucas o impedindo de continuar andando.
Bruno: (Com voz autoritária) Vem comigo! Vamos assistir um filme.
Lucas: Eu não quero assistir um filme, muito menos com você! Você pode me soltar? Está me machucando.
Bruno puxa o braço de Lucas fazendo com que o corpo dele visse de encontro ao seu. Os dois ficaram cara a cara naquele momento. Os olhos arregalados de Lucas encaravam os de Bruno naquele momento.
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recado: A premiere dos capítulos novos serão feitas no blog https://leionovels.blogspot.com.br/ e logo depois serão disponibilizados aqui no wattpad. Se você não puder esperar muito para ler, recomendo que acesse o blog e leia muito antes do capítulo ser lançado aqui. <3
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 4.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
POR QUE NÃO DORME AQUI?
[LEGENDA: * (Tradução do trecho no final da página]
CENA 1. FESTA NA CASA DO MARCEL | NOITE.
Alice estava sentada no sofá quando Bruno se aproximou.
Bruno: Onde o Lucas está?
Alice: Por que?
Bruno: Só me diz onde ele está!
Alice: (Diz com a voz de bêbada) Ele está ocupado agora, Bruno. Ele está lá fora conversando com uma pessoa.
Bruno: Já se passar da meia noite, você sabe disso, não sabe Alice?
Alice: (Surpresa) O QUE? Eu pensei que ainda fosse umas dez horas.
Alice se levanta do sofá, mas não durou muito em pé. Alice estava realmente bêbada e acabou caindo de volta no sofá.
Bruno: Você vai ir para sua casa agora? (Cutuca o ombro de Alice) Você quer que eu ligue para alguém te levar para casa?
Alice: (Diz com a voz de bêbada) Não! Meu namorado vai vir me buscar. Eu tenho um namorado, sabia?
Bruno: É, estou sabendo... agora.
CENA 2. JARDIM DA CASA DE MARCEL | NOITE.
Lucas e o outro menino estavam sentados na grama, aparentemente bêbados.
Lucas: (Sorrindo) Eu realmente não acredito que você derramou bebida nas suas calças. (Rindo) Parece que você mijou nas calças.
Gustavo: Isso, isso... vai rindo! Eu vou jogar esse copo cheio de vodka em você.
Lucas: Você não seria tão louco!
Gustavo: É, tem razão. Eu não teria coragem, mas eu teria coragem de fazer outra coisa (aproxima seu rosto do de Lucas).
Lucas: (Sussurrando) O que?
Antes que Gustavo pudesse responder ou terminar sua ação, ele foi interrompido por alguém que se aproximou:
Voz: Vem! (Puxa Lucas pelo braço) Está na hora de ir para casa.
Lucas levou seu rosto em direção a pessoa que te puxou.
Lucas: Bruno? (Vira o rosto para Gustavo) Esse cara aqui fica lindo sem camisa, (rindo) sabia?
Gustavo: (Soltando uma gargalhada) Eu não sabia!
Bruno: Você está bêbado também, Lucas?
Lucas: Eu estou bem (aperta o nariz de Bruno).
Bruno: Considerando que você me elogiou e que agora apertou meu nariz, eu vou considerar que sim. Você está muito bêbado! Vamos, eu te levo para casa, está muito tarde e você mora longe.
Gustavo: Tudo bem, Lucas. Nos vemos amanhã na escola, mas foi legal te conhecer.
Lucas: (Faz uma carinnha de triste) Eu não quero ir para casa.
Gustavo: É... mas já é tarde!
Lucas: Tudo bem... Estou indo! Até amanhã!
Gustavo: Tchau! (Acena)
Bruno pegou um dos braços de Lucas e colocou em volta de seu pescoço para que ele pudesse se apoiar e começaram a andar até o portão.
CENA 3. RUA | CASA DE LUCAS | NOITE.
Bruno estava caminhando com o Lucas até a casa dele. Bruno estava achando aquela situação engraçada, além de ter que 'carregar' o Lucas até em casa, ele tinha que aguentar a cantoria de Lucas.
Lucas: (Cantando desafinado) Baby, I just ran out of band-aids, I don't even know where to start. 'Cause you can bandage the damage, you UU-UU never really can fix a heart uuu-uuu-uh. *
Bruno: (Sorrindo) Está de madrugada, Lucas. Você não quer deixar para cantar na sua casa?
Lucas: Não... não... Eu quero cantar, agora!
Bruno: Estamos quase chegando. Sua mãe deve estar preocupada.
Lucas: Eu avisei ela que eu iria em uma festa!
Bruno: A festa acabou as onze e meia da noite, eu fui ajudar o Marcel a desmontar a mesa na sala e encontrei a Alice lá, sentada no sofá e olhando para o nada, depois sai lá fora e encontrei você e aquele menino sentados no jardim.
Lucas: (Rindo) Ficou com ciúmes do Gustavo? Não fique com ciúmes.
Bruno: Eu não estou com ciúmes, eu só estou comentando que vocês dois estavam tão bêbados que nem perceberam que a festa acabou.
Lucas: Não se preocupe Bruno, o Gustavo é bonito, mas eu te acho muito mais bonito.
Bruno: (Rindo) É, você está realmente bêbado. (Aponta com o dedo) Chegamos!
Lucas: (Bate no portão) OHH MÃÃE!
Não demorou para a mãe de Lucas abrir o portão.
Sra. Almira: Você viu as horas que são, Lucas? Onde o senhor estava?
Lucas: No jardim, mãe!
Bruno: (Rindo) Não é por nada, senhora, mas acho que agora não é uma boa hora para fazer perguntar para ele. Digamos que ele está um pouquinho bêbado!
Sra. Almira: Lucas? Você bebeu? Você sabe que você não pode beber!
Lucas: (Resmungando) Eu bebi só um pouquinho mãe, nossa!
Bruno: (Rindo) Bom, eu já vou indo está muito tarde. Só vim trazer o Lucas até em casa.
Sra. Almira: Muito obrigada por fazer esse favor! Você mora longe?
Bruno: Na verdade, sim! Eu moro lá perto da escola.
Sra. Almira: É muito longe! Você vai ir a pé?
Bruno: Vou, eu já estou acostumado com essa distância.
Sra. Almira: Por que não dorme aqui? É muito tarde para você ficar andando sozinho por essas ruas, ainda mais ir para um lugar tão longe.
Bruno: Daqui a pouco já é hora de ir para a escola e eu nem trouxe uniforme. Acho melhor eu ir para casa!
Lucas: (Entusiasmado) Eu tenho uniforme sobrando, eu te empresto!
Bruno: Ah... não sei...
Sra Almira: Vamos, entrem logo! Está muito frio.
Bruno: Tudo bem, então!
---X---
* E os meus band-aids acabaram de acabar, Eu não sei nem por onde começar. Pois não se pode fazer curativo nesse ferimento, nunca se pode consertar um coração, na verdade.
---x---
No próximo capítulo...
Lucas: (Com voz de sono) Bruno, você já dormiu?
Bruno: Ainda não, Lucas, mas já está na hora de dormir.
Lucas se joga no colhão do Bruno que estava no chão.
Lucas: Posso me deitar aqui?
Meu Inimigo Virou Meu Amor | Capítulo 3.
Título: Meu Inimigo Virou Meu Amor
Autor: Wesley Candotti
Tradução Original: : --
Gênero: Drama, Modern Urban e Romance
Atenção: Todo o texto aqui incluído foi traduzido pelo tradutor e destina-se apenas a fins de pré-visualização.
Sinopse: Conheça Lucas e Bruno, dois estudantes do terceiro ano do ensino médio. Os dois nunca se deram bem, mas o que eles não esperavam é que todo aquele ódio, um dia iria acabar se transformando em amor.
MENINO ATRAENTE
CENA 1. PRAÇA | DIA.
Lucas: Olha só as horas! Já são 15:45, você já conseguiu entender tudo? Eu realmente estou exausto!
Bruno: Entender? Bom, não posso dizer que 'NOSSA QUE MARAVILHA DE ENTENDIMENTO', mas digamos que deu para capitar alguma coisa.
Lucas: Isso já é alguma coisa! (Se levanta) Então eu já vou indo.
Bruno: Você quer ficar com o trabalho ou quer que fique comigo mesmo?
Lucas: Pode ficar com você mesmo, mas por favor, não esqueça de levar esse trabalho para a escola amanhã.
Bruno: Pode deixar, eu não irei.
CENA 2. CASA DA ALICE | QUARTO DA ALICE | DIA.
Alice: Cara! Eu realmente não consigo entender. (Disse enquanto se levantava da cama) Sua mãe é tão legal, sabe? Ele te apoia em qualquer coisa que você faça na sua vida, já a minha mãe, é um milagre ela não estar gritando meu nome nesse exato momento só para me dar uma dura.
Lucas: (Rolando na cama) Esse papo de novo? Minha mãe nem é tão legal assim!
Alice: Quer trocar? Eu fico com a sua mãe maravilhosa e você fica com a demônia da minha mãe.
Lucas: (Joga o travesseiro em Alice) Não fala assim dá tia Vera, ela é tão legal.
Alice: Legal? (Senta-se na cama) Ela é legal só com você, né? Porque desde que eu existo eu não vi ela ser legal comigo.
Lucas: (Senta-se ao lado de Alice) Vamos mudar de assunto!
Alice: Vamos falar... hm... deixe me ver! Ah... Vamos falar do gato do Bruno, como foi passar esses últimos dois dias com ele?
Lucas: Uma merda! Piores dois dias da minha vida.
Alice: Ele é tão chato assim?
Lucas: Ele é um idiota completo!
Alice: Ele pode até ser um idiota, mas fica lindo só de calção de futebol e sem camisa. Ah! Aquele tanquinho! Eu me perderia naquele corpo!
Lucas: Nem me fale!
Alice: Como é que é, Lucas?
Lucas: (Sem graça) Hã? Como é que é?
Alice: Quando é que você viu ele sem camisa? Você nunca foi em nenhum treino de futebol dele, ou foi?
Lucas: Na casa dele, foi tipo... bem rápido, mas ele realmente é malhadinho, não é?
Alice: (Dando um tapinha no ombro de Lucas) Seu safadinho! Então, agora você já colocou na sua cabeça que você gosta de meninos?
Lucas: Não! Eu... só acho que é cedo para se saber ao certo se eu gosto de meninas ou meninas.
Alice: Lucas, você vai fazer 18 anos daqui 6 meses, talvez quando você descobrir vai ser tarde demais.
Lucas: Por que todo mundo fica me pressionando?
Alice: Lucas, eu sei que você é gay, você admira um homem como o meu namorado admira os meus peitos.
Lucas: Ser gay é errado, Alice!
Alice: Quem disse isso?
Lucas: O meu pai uma vez me disse quando um menino é gay, os pais expulsam eles de casa por eles serem assim. Ele disse que Deus não gosta de pessoas assim e que o lugar dessas pessoas é no inferno.
Alice: Meu Deus! Agora eu entendo o motivo da sua mãe ter largado o seu pai. Seu pai é um idiota, Lucas. As coisas não funcionam assim, Deus ama a todos sem fazer distinção. E se existe tanto preconceito e você tem medo de assumir quem você é de verdade, é porque existem pessoas como o seu pai. Eu estou aqui do seu lado e sua mãe está do seu lado, você precisa parar de se julgar desse jeito, você é uma das pessoas mais incríveis que eu já conheci na minha vida.
Lucas: Eu não quero mais falar disso.
Alice: Lucas, eu só quero que você saiba que eu não mudaria nada em você. Eu te amo meu amigo, do jeitinho que você é.
Lucas: Eu também te amo.
Alice: (Se levanta) Agora vai para a sua casa, se arruma que temos uma festa para ir.
CENA 3. FESTA NA CASA DO MARCEL | NOITE.
Léo: Vocês querem beber alguma coisa?
Vitor: Qualquer coisa que tenha álcool.
Bruno: Para mim o mesmo, qualquer coisa que me faça encher a cara essa noite.
Léo: Vai com calma, Bruno! Amanhã tem aula, você se lembra?
Bruno: Eu já fui de ressaca para a escola muitas vezes, está tudo de boa... eu aguento!
Vitor: (Se levanta do sofá) Vem, Léo! Eu te ajudo a pegar as bebidas!
Quando chegaram perto da mesa onde estavam as bebidas eles encontraram Alice e Lucas.
Léo: Olha que belezinha o novo casalzinho juntinhos aqui na festa.
Vitor: (Sorrindo) Olha que romântico!
Lucas: (Nervoso) E se a gente fosse um casal? Qual seria o problema?
Alice: Não esquenta a cabeça com eles, Lucas. Eles são uns idiotas!
Em seguida se aproxima um menino e para em frente a Lucas.
Menino: Você está afim de dançar?
Lucas ficou paralisado durante alguns segundos olhando para o garoto em sua frente, mas não era atoa. O garoto era alto, tinha cabelos pretos e um belo par de olhos azuis, mas o que mais o deixava atraente eram as manchas vermelhas que ele tinha em suas bochechas.

